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À primeira vista, ESG para empresas online não parece ser muito difícil ou complicado não é? A sigla anda tão em evidência nos últimos anos que, mesmo para empresas como lojas online ela é importante. Mas você sabe o que quer dizer ESG? Vamos explicar para você praticar em seu negócio virtual.  O que é ESG? É uma sigla em inglês da abreviação de environmental, social and governance . Em português fica como boas práticas ambientais, sociais e de governança. Ou seja, o propósito da sigla, que surgiu em um documento da ONU, de 2004, é que as empresas que aderirem, sejam mais responsáveis com a natureza, a sociedade onde estão inseridas e tenham uma governança adequada. Portanto, cada letra tem suas pautas, como veremos a seguir: E: em português é o ambiental, onde as empresas precisam se preocupar com temas como aquecimento global, emissão de gases, eficiência energética e outras demandas que estão no noticiário atual; S: de social tanto em inglês como em português. A companhia que atua com ESG precisa se preocupar com a sociedade nas pautas como direitos humanos, leis trabalhistas, diversidade de equipe, proteção e privacidade de dados, satisfação do cliente, etc; G: é governança, onde podemos citar assuntos que tenham relevância para a estrutura da empresa como comitê de auditoria, relação entre a entidade, governo e política, condução da corporação e canal de denúncias, por exemplo. Percebeu que temas que são populares como o Acordo de Paris e a COP26 estão dentro do ESG? Por que o ESG se tornou importante? O tema, dentro do mundo corporativo, não era tão relevante até 2020. Mas um fundo de investimentos, chamado Black Rock, disse que o dinheiro estava em empresas que atuavam dentro das regras da sigla e foi um boom no mercado. O uso das boas práticas cresceu tanto, em tão pouco tempo, que empresas que não aderirem às práticas do ESG estarão de fora do mercado em breve. Na Europa, segundo dados da PwC, 57% dos investimentos até 2025 estarão com corporações que usem o ESG. 77% dos investidores dizem, na mesma pesquisa, que não investirão em empresas que não atuam dentro das regras da sigla dentro de 2 anos. E como está o ESG no Brasil? Atualmente, o número de empresas que aderiram ao ESG ainda é pequeno. No entanto, os investimentos em 2020 em fundos ESG eram de R$ 700 milhões. Em relação a 2019, o valor de investimento foi triplicado, segundo a Anbima. Segundo Carlo Pereira, diretor executivo da Rede Brasil do Pacto Global, existem fatores que fazem as empresas aderirem o ESG: Riscos fiscais; Sustentabilidade; Diversidade e regras antirracismo; Transparência dos dados e das iniciativas relacionadas ao ESG. E no e-commerce, como se aplica? O ESG é aplicado em todas as áreas do negócio, não importando se ele é online ou não. Mas, no caso de empresas que atuam virtualmente, o processo de compra acontecer em qualquer lugar, a distância de um botão, é preocupante para o consumo desenfreado. Ele é responsável pela poluição em geral, já que o consumo de plástico, papel e tecido sintético aumentou muito nas últimas décadas. No entanto, as empresas precisam pensar em como este consumo deve ser levado a sociedade, para que suas aquisições não sejam supérfluas ao ponto de prejudicarem o planeta. Na logística Nesta área importante para companhias online, uma forma de ajudar o meio ambiente é realizar entregas otimizadas, ou mesmo criar pontos de entrega e retirada, conhecidos pela sigla PUDOs. Com esta iniciativa, outros negócios viram pontos logísticos, que diminuem a emissão de gases poluentes e ainda ajudam estes parceiros logísticos a ter mais movimento e vendas, assim contribuindo com a economia local. Contudo, é importante pensar também na economia circular e trazer essa pauta para os clientes. O motivo é que as embalagens já deveriam retornar para a empresa, para que a companhia desse outro destino ou mesmo reciclá-la para utilização posterior.  Existe um evento realizado pela Exame, chamado Melhores do ESG, que tem o intuito de premiar aqueles que pensam no ESG como parte de toda a cadeia no seu negócio. Não é um assunto fácil e simples de implementar, mas é importante ser divulgado, para que mais pessoas discutam e pensem em soluções. Deseja saber sobre outros temas na área da logística? Entre neste post* que falamos mais sobre logística para marketplaces. No social O pensamento do social é ter seus colaboradores e clientes seguros. Para os funcionários a segurança e saúde no local de trabalho devem ser pontos prioritários. No caso dos clientes, mas que também cabe aos trabalhadores do e-commerce, é a segurança e privacidade dos dados, que já informamos anteriormente. A LGPD veio para auxiliar neste assunto, por isso as empresas de e-commerce têm que priorizar este ponto da cadeia social. Não podemos esquecer da diversidade, que incluímos a de gênero. O número de empreendedoras é maior do que o de empreendedores, mas elas ainda não têm muito espaço em cargos de liderança, mesmo em corporações já consolidadas no mercado do marketplace, por exemplo. Portanto, a diversidade é também relevante, para que as companhias no e-commerce tenham seu espaço garantido no mundo do ESG. Como saber quais empresas aderiram ao ESG? Ainda não há um órgão ou entidade oficial que verifique estes dados. Em contrapartida, há algumas formas de verificar quem já aderiu ao projeto ESG. Sites de avaliação como MSCI ESG , o Su stainalytics e o Refinitiv ESG fazem verificação baseados em notícias, relatórios de sustentabilidade e informações de ONGs. A bolsa de valores tem dois índices: Em 2020 lançaram o indexador do ESG; Desde 2005 existe o ISE que mede a sustentabilidade das empresas; O ISE não quer dizer que as 39 empresas dentro deste índice têm práticas do ESG. No entanto, é uma forma de conhecer empresas que já se preocupam com a sustentabilidade. Conclusão Informamos que o ESG é a mais nova tendência de mercado que vai ministrar onde o dinheiro vai. Com as preocupações do mercado global com políticas de sustentabilidade, meio ambiente, diversidades de pessoas nas empresas e governança com práticas dentro das leis e regras de boa gestão, este não será o único texto que lerá sobre o assunto. Apesar de pensarmos que os negócios virtuais já são sustentáveis por estarem online, percebemos que seus impactos são tão grandes quanto outros negócios. Portanto, mesmo uma empresa estando na internet, ela precisa se conscientizar sobre os desafios do ESG e implementá-los em sua organização. Confira um trecho da Maratona Marketplace sobre ESG O conteúdo desse post foi baseado na   Maratona Marketplace , um evento de três dias que ocorreu em Outubro de 2021. Para saber mais e baixar o   E-BOOK EXCLUSIVO SOBRE MARKETPLACES ,   clique aqui. 
Sabemos que o marketplace funciona como um grande shopping center, onde várias empresas ou pessoas mostram seus produtos, ou serviços. Mas serviços também podem estar no marketplace? Sim e veremos neste post que você usa e conhece vários deles. No entanto, o intuito aqui é mostrar que além de ter algumas categorias de marketplace a escolha de quem quer entrar neste mercado, há também outra escolha que quem deseja empreender neste ramo precisa fazer: trabalharei com nicho ou com vários segmentos? Se você não sabe em qual tipo ou segmento ir, a intenção deste texto é te ajudar a esclarecer e até ter mais ideias para conseguir ter o sucesso que deseja com seu marketplace. 3 categorias de venda no marketplace Primeiramente vamos às divisões de co mpra e venda q ue um marketplace pode ter, que são em B2B , B2C E C2C B2B As negociações são feitas entre empresas e no caso de produtos, quase exclusivamente por atacado. Empresas que fazem este tipo de negócio são indústri as para distribuidores, construtoras, empresas de agronegócio e tantas outras categorias entre pessoas jurídicas. Para serviços há espaço também como aluguel de maquinários de uma empresa para um agricultor ou construtora. Mas continue a leitura que vamos explicar ainda como funciona o aluguel em marketplace. B2C Este é o tipo de negociação mais comum que todos conhecemos bem. São as vendas feitas de empresas para consumidores finais. São exemplos de marketplace nesta categoria o Amazon e a Magalu. Além de outros que funcionam focados em nichos como Airbnb e Dafiti. Aguarde que já falaremos também de nicho também neste post! C2C São vendas de pessoas físicas para pessoas físicas. Nesta categoria temos, por exemplo, os marketplaces como Enjoei e Webmotors. Estes marketplaces têm o atrativo de ter sellers pessoas físicas para consumidores finais. Claro que podemos achar empresas, como no caso da Webmotors que atua com o nicho de veículos automotores, mas o foco do negócio são vendas pessoas com CPF. Então, quando você pensar em ter o seu próprio marketplace, pense qual a forma de vendas que ele terá de apoio, contudo, não estamos dizendo para escolher somente um, já que temos marketplaces que chamamos de híbridos: eles vendem tanto para pessoas jurídicas, quanto físicas. Temos, por exemplo, a Amazon que já tem a categoria Business, a Americanas, que agora tem a Americanas Empresas e outras como OLX e o Mercado Livre, que atuam como B2B, B2C e C2C. 2 tipos de negócios no marketplace As vendas em marketplaces podem ser de produtos ou serviços, como já indicamos. As vendas de produtos inclusive são a maioria, até porque existem grandes marketplaces nesta categoria, como os citados Americanas, Magalu e Mercado Livre e outros com muita relevância neste mercado como as Casas Bahia e Netshoes. Já os serviços podem ser divididos em 4 categorias. Serviços por transação Aqueles que conectam os prestadores de serviço a quem precisa dele, no momento. Os grandes exemplos desta categoria são apps como o Uber e 99. Neste tipo de marketplace há pagamento de comissão a plataforma somente se há prestação de serviço que é pago logo após a finalização e pagamento do valor pelo cliente. Não há pagamentos de mensalidades ou mesmo pelo cliente. Outra vantagem é que não há fidelização pelo cliente para com o prestador, mas sim com o marketplace. Serviços por negociação ou orçamento  São plataformas com cadastros de prestadores de serviços como portfólio, que estão em busca de clientes. Um site, por exemplo, é o Workana, onde profissionais de várias categorias têm cadastro para contatar clientes que colocam um projeto no site e a partir de uma negociação, o cliente escolhe o melhor profissional para sua demanda. Estas plataformas cobram uma mensalidade para o profissional contatar os clientes ou cobrar por contato de leads. Estes marketplaces também cobram comissão, caso a política deles seja fechar um pagamento único pelo serviço. Serviços de aluguel Anteriormente falamos que aluguel de maquinários era uma forma de transação que um marketplace pode ter na negociação de empresa para empresa. No entanto, já lembramos o Airbnb como marketplace de nicho - atua como aluguéis de espaços para moradia temporária. A ideia deste tipo de marketplace é atuar principalmente com a Economia Compartilhada. Quem contrata adquire um bem que não pode ser comprado por um espaço de tempo. Por isso, o pagamento para o marketplace pode ser por comissão sobre o valor definido pelo locador ou mensalidade. Serviços de agendamento Este modelo de marketplace é um bom exemplo de nicho, pois o intuito da plataforma é levar o cliente a agendar um horário com profissionais liberais como médicos, psicólogos e professores.  Os exemplos desta categoria são o Doctoralia e o Superprof. Os produtos Estava pensando que não falaríamos dos marketplaces de produtos? Eles são divididos em duas categorias: Produtos físicos: as vendas podem ser de diversos segmentos como os grandes marketplaces citados acima, que vendem desde roupa infantil a papelaria e passando por eletrodomésticos, eletrônicos, games e muitas outras categorias ou por nicho específico. Anúncios: fazem somente a divulgação dos produtos daquele que paga uma comissão ao site para que o consumidor veja o que você vende, ou seja, o marketplace funciona como uma vitrine do seu negócio. Ou seja, nestes sites como o Buscapé e Google Shopping não venda e sim direciona para seu endereço virtual. Marketplace de nicho Já falamos anteriormente que muitos marketplaces que conhecemos e utilizamos são de nicho: Airbnb é para aluguéis de espaços por um tempo determinado; A Dafiti é para roupas e acessórios; A Webmotors é focada em vendas veículos automotores; Em contrapartida, há um bom exemplo de marketplace que era de nicho e virou um marketplace de variedades, a Amazon. Eles começaram com vendas de livros e depois foram expandindo para outras categorias, como é atualmente. E qual a maior diferença entre o marketplace de nicho e o segmentado? Não tem somente uma diferença, mas algumas. No marketplace segmentado, a chance de encontrar mais clientes pode ser uma vantagem deste tipo de venda, no entanto, por nicho é possível ter clientes mais qualificados. De antemão, demos exemplos de várias plataformas que atuam com nicho específico. Quando estamos procurando um produto em particular o marketplace de nicho é a melhor escolha para compra, como no caso de querer um carro ou das esperadas férias. O crescimento deste modelo de negócio foi de 52% entre 2019 e 2020 segundo a Ebit| Nielsen. O custo é menor para colocar em prática e o lucro é garantido, pois muitos julgam que isso não acontece, já que atuar com nicho passa a impressão de que não é vantajoso, por ser específico. No entanto, a fidelização de clientes e as estratégias de marketing são mais simples de efetivar e ainda tem a vantagem de negociação com os sellers , já que todos vendem o mesmo tipo de produto. Portanto, caso você, empreendedor, esteja pensando por onde começar, pense nos tópicos deste artigo. Nossa intenção é deixar mais claro a sua decisão de investir em um marketplace. Caso esteja com dúvidas, entre em contato conosco: a Wave Lojas Virtuais é especialista em e-commerce. O conteúdo desse post foi baseado na Maratona Marketplace , um evento de três dias que ocorreu em Outubro de 2021. Para saber mais e baixar o E-BOOK EXCLUSIVO SOBRE MARKETPLACES , clique aqui. 
A Wave Lojas Virtuais realizou a 1ª Maratona Marketplace do Brasil. Nos dias 18, 19 e 20 de outubro, foram 3 dias de muito conteúdo. Vamos colocar nesse post tudo que aconteceu nos 3 dias da Maratona Marketplace. Preparados? Primeiramente, antes de falar da Maratona Marketplace, vamos responder: O que é um Marketplace? Marketplace é um site que funciona como um grande shopping center, onde várias pessoas vendem  seus produtos ou serviços.  Ou seja, você provavelmente já usou algum marketplace na vida, quer ver?  O Uber é uma plataforma que conecta você a um motorista que fará o percurso que você inseriu no app, onde o pagamento pode ser online ou diretamente ao motorista.  Da mesma forma, o Booking é uma plataforma de viagens, onde você encontra sua estadia, aluguel  de carro e até passagem aérea no mesmo site.  Você escolhe qual o prestador do serviço de viagem que deseja e pode pagar também pelo site, app  ou, no caso de hotéis e pousadas, no check-in.  E claro, os gigantes Magalu, Mercado Livre e Americanas, os maiores sites de compra online  do Brasil, também são marketplaces.  Contudo, como saber a melhor plataforma para meu negócio?  Veja a Maratona Markeplace. Maratona Marketplace O propósito da Maratona Marketplace é empoderar empreendedores sobre como montar e ter sucesso com um Marketplace, dando informações e esclarecimentos tanto teóricos quanto práticos. No entanto, imagino que você ainda confunda marketplace com e-commerce e vitrine virtual Então, antes de começar a maratona, vamos tirar esta dúvida. Diferença entre Marketplace, E-commerce e Vitrine Virtual Marketplace já falamos que funciona como um grande shopping, onde existem várias lojas. O e-commerce ou comércio eletrônico, em português, é a loja exclusiva de uma marca, onde se tem todo o processo de vendas no site, desde a escolha do produto, passando pelo pagamento e por fim a entrega. As vitrines virtuais são lojas virtuais de um vendedor, como uma vitrine de loja física. Ela pode ser encontrada como um e-commerce, mas precisam de algumas estratégias mais fortes de marketing, como trabalhar bem o SEO, mas com custo diferente do e-commerce e do marketplace. Portanto, as vantagens de estar no marketplace é que você terá apoio nas transações financeiras, na logística e no atendimento ao cliente.  Tudo isso seria feito por você e sua equipe se escolher ter os outros dois tipos de vendas online. Na Maratona do Marketplace, em 3 dias abordamos estas vantagens e diferenciais de estar e/ou ter um Marketplace. Primeiro dia No primeiro dia falamos das vantagens de ser dono de um Marketplace, que em resumo é: O branding; A visibilidade; Crescimento do negócio. Outros assuntos abordados no primeiro dia, que você pode conferir no vídeo a seguir são: Os 3 pilares do Marketplace: pagamento em tempo real realizado em Split; carrinho de compra compartilhado entre os sellers; painel do lojista exclusivo; Quais as melhores formas de se ter uma plataforma de Marketplace responsiva e em pouco tempo; Que oportunidades e nichos de atuação para quer empreender no Marketplace; Quais os modelos de vendas: B2B, B2C, C2C. Segundo dia Igualmente, neste dia tivemos como temas principais o sucesso e as finanças, assuntos que para qualquer empreendedor são muito importantes. Você verá que abordamos as 5 etapas do sucesso de uma Marketplace que é: Escolha o nicho de mercado que você gosta ou vê a necessidade de do mercado e do consumidor; Como escolher a melhor plataforma para seu negócio começar; Como ter uma equipe de apoio, mesmo que inicialmente seja somente você para todas as tarefas; Atrair vendedores e como chamá-los para seu negócio; Encantar o cliente com a finalidade de recompra em seu Marketplace. Um assunto em voga, mas muitos ainda não conhecem é o ESG, que também deve ser parte do seu negócio online. O tema foi abordado ao mesmo tempo, pela Kellen, apresentadora da Marotona e pelo Eder, CEO da Wave. Neste dia tivemos um convidado especial para falar o Moip, um dos únicos Split de pagamentos ativos no país. A entrevista foi muito esclarecedora em vários aspectos, por isso, não deixe de assistir este dia, que ainda teve mais assuntos como monetização e tributação de Marketplace. Terceiro e último dia da Maratona Marketplace Mesmo sendo a finalização da Maratona de Marketplace, mais assuntos importantes para um ter um negócio de sucesso foram abordados: Como ter uma equipe de acordo com seu negócio; Como divulgar e atrair lojistas para seu Marketplace; Quais os investimentos necessários (neste você se surpreende onde se deve gastar mais do seu bugdet inicial); Uma convidada muito especial falando do seu trabalho em um dos maiores Marketplace de nicho e como é o trabalho para continuar mudando e aprimorando conforme o mercado pede; Dicas para trabalhar seu marketing, como conteúdo e SEO; Com a Black Friday chegando, não deixamos de falar dessa data importante para o comércio em geral; Um pré-lançamento imperdível que poderá mudar a forma de se vender online, que já é muito usado na China! Não deixe de conferir esta maratona! Assista os vídeos que você irá aprender muito e saber o que acontece no mercado de vendas online. Dessa forma, tendo qualquer dúvida sobre Marketplace, a equipe da Wave Lojas Virtuais poderá te ajudar! Entre em nossas redes sociais ou nos chame pelo WhatsApp, disponível ao lado. E aguarde! Logo teremos mais materiais para você, disponíveis aqui no site da Wave Lojas Virtuais.   Clique aqui!
Primeiramente, antes de escolher a melhor plataforma de marketplace você precisa entender o que  é um marketplace.  Marketplace é um site que funciona como um grande shopping center, onde várias pessoas vendem  seus produtos ou serviços.  Ou seja, você provavelmente já usou algum marketplace na vida, quer ver?  O Uber é uma plataforma que conecta você a um motorista que fará o percurso que você inseriu no  app, onde o pagamento pode ser online ou diretamente ao motorista.  Da mesma forma, o Booking é uma plataforma de viagens, onde você encontra sua estadia, aluguel  de carro e até passagem aérea no mesmo site.  Você escolhe qual o prestador do serviço de viagem que deseja e pode pagar também pelo site, app  ou, no caso de hotéis e pousadas, no check-in.  E claro, os gigantes Magalu, Mercado Livre e Americanas, que são os maiores sites de compra online  do Brasil, também são marketplaces.  Contudo, como saber a melhor plataforma para meu negócio?  Continue sua leitura para saber mais!  Por que usar uma plataforma de marketplace?  Em síntese, você percebeu que compra ou já comprou em marketplace e nem se deu conta de já ter  usado tal tipo de e-commerce.  Segundo pesquisa da PwC, 95% dos brasileiros já compraram em marketplace e cerca de 44 %  pretendem voltar a comprar.  Uma boa vantagem deste tipo de plataforma é que, as mais conhecidas estão consolidadas no  mercado e o custo inicial do empreendedor é baixo, se comparado com a abertura de uma loja  virtual do zero.  Quer saber as diferenças entre loja virtual e marketplace? Leia nosso post sobre o assunto!  Igualmente, as plataformas de marketplace já tem alto tráfego de visitas que, teoricamente, fará  com que você tenha mais visibilidade e vendas.  Auxílio dentro do market place  Um item importante a considerar é a experiência que o comprador terá no marketplace adquirindo  seu produto.  Um site que responda bem, sem bugs e dê total suporte para o cliente e para você já tem pontos  ganhos a seu favor.  No entanto, para uma boa experiência do usuário você precisa fazer sua parte em relação a seu  produto ou serviço anunciado. Os produtos devem ter fotos de alta resolução, para que o consumidor possa ver os detalhes do que  está comprando.  Não se esqueça que ele não vê fisicamente ou toca para ter certeza na aquisição.  Tanto para produtos quanto para serviços a descrição também é imprescindível. Então, coloque  todas as informações possíveis para passar segurança ao seu cliente.  Um ponto que há dentro dos marketplaces que auxilia você a aumentar suas vendas é a boa  reputação do produto, ou seja, as famosas estrelas da avaliação.  Quanto melhor a reputação do seu produto em relação ao da concorrência, melhores as chances de  fidelizar este consumidor para o seu negócio.  Outros pontos a considerar na sua escolha  Para decidir sobre qual a melhor plataforma de marketplace para seu negócio existem outros  aspectos a refletir.  Um deles é onde você deseja chegar, pois a indicação para uso do marketplace é para lojas que  querem uma extensão de sua loja física ou para aqueles que estão começando no e-commerce.  As plataformas já tem tudo que você precisa para começar online, como gateways de pagamento,  estrutura de marketing e suporte para qualquer demanda, principalmente os marketplaces  segmentados.  Veja abaixo mais itens a considerar na sua escolha, além dos já mencionados.  C omo é seu público  Quando você já tem um empreendimento físico, é fácil saber se o seu cliente é adepto a compras  online e qual ou quais sites ele usa, com uma pesquisa direta e rápida.  No caso de quem está começando, esta pesquisa será mais complexa, já que você ainda não tem  clientes. Mas a internet e as redes sociais podem te ajudar, além de pessoas próximas.  Pergunte ou pesquise informações sobre seu público-alvo para saber qual plataforma de e-commerce escolher para gerar faturamento em menos tempo possível.  Estrutura da plataforma de marketplace  Já mencionamos o atendimento e a responsividade do site, mas ainda é preciso saber se o  marketplace escolhido tem:  Divulgação;  Reputação;  Estrutura;  Percentual de comissão relativa a vendas;  Outros serviços agregados.  Caso sua escolha seja por uma plataforma de marketplace específica de seu nicho, estes pontos  podem ser cruciais no sucesso de vendas da sua empresa.  Assim como para os sites segmentados, que já conhecemos, a parte do percentual de  comissionamento pode ser o diferencial na escolha do marketplace. Se você não conhece como o marketplace funciona, faça uma compra. Assim você terá a mesma  experiência que o consumidor e poderá avaliar se ela irá atendê-lo.  Os outros serviços agregados são a integração de estoque, fornecedor e entrega ao cliente final.  Grandes marketplaces disponibilizam este serviço e ainda é possível ter acesso a este controle  dentro da área de sellers (como são chamados os vendedores dentro das plataformas de  marketplace).  O último ponto a considerar dentro da escolha de um marketplace é o checkout transparente, ou  seja, a finalização da compra de forma clara e na mesma plataforma.  Este checkout não pode enviar o comprador para outros sites para verificar formas de pagamento e  finalização da compra, pois gera desconfiança e até cancelamento da venda.  Conclusão  Portanto, para escolher qual a melhor plataforma de marketplace para seu negócio, recomendamos fazer uma lista das diferenças entre cada uma das que você considera melhor para seu nicho.  Sabemos que há nichos específicos, como o artesanato, e a variedade para este nicho é menor do  que para produtos de tecnologia, por exemplo. No entanto, pense e não faça nenhuma escolha  precipitada, pois isso pode acarretar prejuízos e problemas futuros.  Quer entrar no mundo do e-commerce e não sabe como?  A Wave Lojas Virtuais tem a solução que se encaixa no seu perfil. Atuamos com plataformas de  marketplace, varejo e atacado.  Todas as soluções contam com suporte de implantação, sistema de controle de todo seu e-commerce e ainda com blog e redes sociais inclusos, para você se aproximar mais de seus clientes  com dicas relevantes, informações, lançamentos e muito mais.  Entre em contato com Wave Lojas Virtuais.   CLIQUE AQUI e se inscreva na primeira Maratona de Marketplace do Brasil e saiba tudo sobre Marketplace.
Quanto mais o tempo passa, mais lojas virtuais se abrem. A praticidade, conforto, variedade de preços e de produtos são alguns dos atrativos para os consumidores. Assim, com expectativas de aumentar as vendas, inúmeros empreendedores em todo o mundo buscam inserir seus negócios na Internet.    Mas afinal, como abrir uma loja virtual?   Confira a seguir as principais etapas para mergulhar no universo do e-commerce!     1- Planejamento         O empreendedor precisa identificar as principais características do seu negócio. Ao responder as seguintes perguntas, você terá um bom guia inicial:   Você vende produto ou serviço?    Em qual categoria o seu negócio se encaixa? Ex.: moda, alimentos e bebidas, beleza e cosméticos, etc.   Você pretende vender no atacado ou no varejo?   As respostas para essa pergunta vão te ajudar a traçar estratégias para vender mais. Nos próximos posts falaremos sobre algumas delas!   Em seguida, você precisa escolher uma plataforma, um sistema que vai estruturar sua loja e mantê-la em funcionamento. Escolha uma plataforma profissional, que forneça assistência e acompanhamento sempre que você precisar. E lembre-se: ao contratar um desses sistemas, você precisa ter em mente que as opções gratuitas nem sempre são as melhores. Elas fornecem recursos limitados, não têm assistência adequada, não viabilizam um alto número de vendas e podem inclusive cobrar um percentual sobre o seu lucro. Fique atento!     2- Implantação da loja virtual         Nessa etapa o empreendedor ‘’põe a mão na massa’’. A seguir, algumas tarefas que ele precisa cumprir:   Cadastrar produtos e preços   Cadastrar fotos desses produtos   Separar os produtos por categorias no menu   Definir formas de pagamento   Definir formas de envio   Ajustar o layout do site: banners, cores, ícones, vitrines e disposição dos elementos na página   Feito isso, é hora de seguir para a etapa final.       3- Lançamento do site         Nesse momento o empreendedor faz a divulgação do site nas redes sociais e em grupos de  whatsapp  - ele informa os clientes sobre a grande novidade do lançamento do site! Aqui, as estratégias de marketing digital são colocadas em prática para cativar quem já é cliente e atrair novos compradores. Mantenha seu site atualizado com promoções, troca de banners, estoque disponível e aproveite as vendas!     Gostou desse conteúdo? Siga-nos no Instagram e confira mais dicas!    
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