Wave Lojas Virtuais - Especializada em Plataformas E-commerce

Confira entrevista exibida na TV sobre a Wave Lojas Virtuais!



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À primeira vista, ESG para empresas online não parece ser muito difícil ou complicado não é? A sigla anda tão em evidência nos últimos anos que, mesmo para empresas como lojas online ela é importante. Mas você sabe o que quer dizer ESG? Vamos explicar para você praticar em seu negócio virtual.  O que é ESG? É uma sigla em inglês da abreviação de environmental, social and governance . Em português fica como boas práticas ambientais, sociais e de governança. Ou seja, o propósito da sigla, que surgiu em um documento da ONU, de 2004, é que as empresas que aderirem, sejam mais responsáveis com a natureza, a sociedade onde estão inseridas e tenham uma governança adequada. Portanto, cada letra tem suas pautas, como veremos a seguir: E: em português é o ambiental, onde as empresas precisam se preocupar com temas como aquecimento global, emissão de gases, eficiência energética e outras demandas que estão no noticiário atual; S: de social tanto em inglês como em português. A companhia que atua com ESG precisa se preocupar com a sociedade nas pautas como direitos humanos, leis trabalhistas, diversidade de equipe, proteção e privacidade de dados, satisfação do cliente, etc; G: é governança, onde podemos citar assuntos que tenham relevância para a estrutura da empresa como comitê de auditoria, relação entre a entidade, governo e política, condução da corporação e canal de denúncias, por exemplo. Percebeu que temas que são populares como o Acordo de Paris e a COP26 estão dentro do ESG? Por que o ESG se tornou importante? O tema, dentro do mundo corporativo, não era tão relevante até 2020. Mas um fundo de investimentos, chamado Black Rock, disse que o dinheiro estava em empresas que atuavam dentro das regras da sigla e foi um boom no mercado. O uso das boas práticas cresceu tanto, em tão pouco tempo, que empresas que não aderirem às práticas do ESG estarão de fora do mercado em breve. Na Europa, segundo dados da PwC, 57% dos investimentos até 2025 estarão com corporações que usem o ESG. 77% dos investidores dizem, na mesma pesquisa, que não investirão em empresas que não atuam dentro das regras da sigla dentro de 2 anos. E como está o ESG no Brasil? Atualmente, o número de empresas que aderiram ao ESG ainda é pequeno. No entanto, os investimentos em 2020 em fundos ESG eram de R$ 700 milhões. Em relação a 2019, o valor de investimento foi triplicado, segundo a Anbima. Segundo Carlo Pereira, diretor executivo da Rede Brasil do Pacto Global, existem fatores que fazem as empresas aderirem o ESG: Riscos fiscais; Sustentabilidade; Diversidade e regras antirracismo; Transparência dos dados e das iniciativas relacionadas ao ESG. E no e-commerce, como se aplica? O ESG é aplicado em todas as áreas do negócio, não importando se ele é online ou não. Mas, no caso de empresas que atuam virtualmente, o processo de compra acontecer em qualquer lugar, a distância de um botão, é preocupante para o consumo desenfreado. Ele é responsável pela poluição em geral, já que o consumo de plástico, papel e tecido sintético aumentou muito nas últimas décadas. No entanto, as empresas precisam pensar em como este consumo deve ser levado a sociedade, para que suas aquisições não sejam supérfluas ao ponto de prejudicarem o planeta. Na logística Nesta área importante para companhias online, uma forma de ajudar o meio ambiente é realizar entregas otimizadas, ou mesmo criar pontos de entrega e retirada, conhecidos pela sigla PUDOs. Com esta iniciativa, outros negócios viram pontos logísticos, que diminuem a emissão de gases poluentes e ainda ajudam estes parceiros logísticos a ter mais movimento e vendas, assim contribuindo com a economia local. Contudo, é importante pensar também na economia circular e trazer essa pauta para os clientes. O motivo é que as embalagens já deveriam retornar para a empresa, para que a companhia desse outro destino ou mesmo reciclá-la para utilização posterior.  Existe um evento realizado pela Exame, chamado Melhores do ESG, que tem o intuito de premiar aqueles que pensam no ESG como parte de toda a cadeia no seu negócio. Não é um assunto fácil e simples de implementar, mas é importante ser divulgado, para que mais pessoas discutam e pensem em soluções. Deseja saber sobre outros temas na área da logística? Entre neste post* que falamos mais sobre logística para marketplaces. No social O pensamento do social é ter seus colaboradores e clientes seguros. Para os funcionários a segurança e saúde no local de trabalho devem ser pontos prioritários. No caso dos clientes, mas que também cabe aos trabalhadores do e-commerce, é a segurança e privacidade dos dados, que já informamos anteriormente. A LGPD veio para auxiliar neste assunto, por isso as empresas de e-commerce têm que priorizar este ponto da cadeia social. Não podemos esquecer da diversidade, que incluímos a de gênero. O número de empreendedoras é maior do que o de empreendedores, mas elas ainda não têm muito espaço em cargos de liderança, mesmo em corporações já consolidadas no mercado do marketplace, por exemplo. Portanto, a diversidade é também relevante, para que as companhias no e-commerce tenham seu espaço garantido no mundo do ESG. Como saber quais empresas aderiram ao ESG? Ainda não há um órgão ou entidade oficial que verifique estes dados. Em contrapartida, há algumas formas de verificar quem já aderiu ao projeto ESG. Sites de avaliação como MSCI ESG , o Su stainalytics e o Refinitiv ESG fazem verificação baseados em notícias, relatórios de sustentabilidade e informações de ONGs. A bolsa de valores tem dois índices: Em 2020 lançaram o indexador do ESG; Desde 2005 existe o ISE que mede a sustentabilidade das empresas; O ISE não quer dizer que as 39 empresas dentro deste índice têm práticas do ESG. No entanto, é uma forma de conhecer empresas que já se preocupam com a sustentabilidade. Conclusão Informamos que o ESG é a mais nova tendência de mercado que vai ministrar onde o dinheiro vai. Com as preocupações do mercado global com políticas de sustentabilidade, meio ambiente, diversidades de pessoas nas empresas e governança com práticas dentro das leis e regras de boa gestão, este não será o único texto que lerá sobre o assunto. Apesar de pensarmos que os negócios virtuais já são sustentáveis por estarem online, percebemos que seus impactos são tão grandes quanto outros negócios. Portanto, mesmo uma empresa estando na internet, ela precisa se conscientizar sobre os desafios do ESG e implementá-los em sua organização. Confira um trecho da Maratona Marketplace sobre ESG O conteúdo desse post foi baseado na   Maratona Marketplace , um evento de três dias que ocorreu em Outubro de 2021. Para saber mais e baixar o   E-BOOK EXCLUSIVO SOBRE MARKETPLACES ,   clique aqui. 
13/01/2022
Sabemos que o marketplace funciona como um grande shopping center, onde várias empresas ou pessoas mostram seus produtos, ou serviços. Mas serviços também podem estar no marketplace? Sim e veremos neste post que você usa e conhece vários deles. No entanto, o intuito aqui é mostrar que além de ter algumas categorias de marketplace a escolha de quem quer entrar neste mercado, há também outra escolha que quem deseja empreender neste ramo precisa fazer: trabalharei com nicho ou com vários segmentos? Se você não sabe em qual tipo ou segmento ir, a intenção deste texto é te ajudar a esclarecer e até ter mais ideias para conseguir ter o sucesso que deseja com seu marketplace. 3 categorias de venda no marketplace Primeiramente vamos às divisões de co mpra e venda q ue um marketplace pode ter, que são em B2B , B2C E C2C B2B As negociações são feitas entre empresas e no caso de produtos, quase exclusivamente por atacado. Empresas que fazem este tipo de negócio são indústri as para distribuidores, construtoras, empresas de agronegócio e tantas outras categorias entre pessoas jurídicas. Para serviços há espaço também como aluguel de maquinários de uma empresa para um agricultor ou construtora. Mas continue a leitura que vamos explicar ainda como funciona o aluguel em marketplace. B2C Este é o tipo de negociação mais comum que todos conhecemos bem. São as vendas feitas de empresas para consumidores finais. São exemplos de marketplace nesta categoria o Amazon e a Magalu. Além de outros que funcionam focados em nichos como Airbnb e Dafiti. Aguarde que já falaremos também de nicho também neste post! C2C São vendas de pessoas físicas para pessoas físicas. Nesta categoria temos, por exemplo, os marketplaces como Enjoei e Webmotors. Estes marketplaces têm o atrativo de ter sellers pessoas físicas para consumidores finais. Claro que podemos achar empresas, como no caso da Webmotors que atua com o nicho de veículos automotores, mas o foco do negócio são vendas pessoas com CPF. Então, quando você pensar em ter o seu próprio marketplace, pense qual a forma de vendas que ele terá de apoio, contudo, não estamos dizendo para escolher somente um, já que temos marketplaces que chamamos de híbridos: eles vendem tanto para pessoas jurídicas, quanto físicas. Temos, por exemplo, a Amazon que já tem a categoria Business, a Americanas, que agora tem a Americanas Empresas e outras como OLX e o Mercado Livre, que atuam como B2B, B2C e C2C. 2 tipos de negócios no marketplace As vendas em marketplaces podem ser de produtos ou serviços, como já indicamos. As vendas de produtos inclusive são a maioria, até porque existem grandes marketplaces nesta categoria, como os citados Americanas, Magalu e Mercado Livre e outros com muita relevância neste mercado como as Casas Bahia e Netshoes. Já os serviços podem ser divididos em 4 categorias. Serviços por transação Aqueles que conectam os prestadores de serviço a quem precisa dele, no momento. Os grandes exemplos desta categoria são apps como o Uber e 99. Neste tipo de marketplace há pagamento de comissão a plataforma somente se há prestação de serviço que é pago logo após a finalização e pagamento do valor pelo cliente. Não há pagamentos de mensalidades ou mesmo pelo cliente. Outra vantagem é que não há fidelização pelo cliente para com o prestador, mas sim com o marketplace. Serviços por negociação ou orçamento  São plataformas com cadastros de prestadores de serviços como portfólio, que estão em busca de clientes. Um site, por exemplo, é o Workana, onde profissionais de várias categorias têm cadastro para contatar clientes que colocam um projeto no site e a partir de uma negociação, o cliente escolhe o melhor profissional para sua demanda. Estas plataformas cobram uma mensalidade para o profissional contatar os clientes ou cobrar por contato de leads. Estes marketplaces também cobram comissão, caso a política deles seja fechar um pagamento único pelo serviço. Serviços de aluguel Anteriormente falamos que aluguel de maquinários era uma forma de transação que um marketplace pode ter na negociação de empresa para empresa. No entanto, já lembramos o Airbnb como marketplace de nicho - atua como aluguéis de espaços para moradia temporária. A ideia deste tipo de marketplace é atuar principalmente com a Economia Compartilhada. Quem contrata adquire um bem que não pode ser comprado por um espaço de tempo. Por isso, o pagamento para o marketplace pode ser por comissão sobre o valor definido pelo locador ou mensalidade. Serviços de agendamento Este modelo de marketplace é um bom exemplo de nicho, pois o intuito da plataforma é levar o cliente a agendar um horário com profissionais liberais como médicos, psicólogos e professores.  Os exemplos desta categoria são o Doctoralia e o Superprof. Os produtos Estava pensando que não falaríamos dos marketplaces de produtos? Eles são divididos em duas categorias: Produtos físicos: as vendas podem ser de diversos segmentos como os grandes marketplaces citados acima, que vendem desde roupa infantil a papelaria e passando por eletrodomésticos, eletrônicos, games e muitas outras categorias ou por nicho específico. Anúncios: fazem somente a divulgação dos produtos daquele que paga uma comissão ao site para que o consumidor veja o que você vende, ou seja, o marketplace funciona como uma vitrine do seu negócio. Ou seja, nestes sites como o Buscapé e Google Shopping não venda e sim direciona para seu endereço virtual. Marketplace de nicho Já falamos anteriormente que muitos marketplaces que conhecemos e utilizamos são de nicho: Airbnb é para aluguéis de espaços por um tempo determinado; A Dafiti é para roupas e acessórios; A Webmotors é focada em vendas veículos automotores; Em contrapartida, há um bom exemplo de marketplace que era de nicho e virou um marketplace de variedades, a Amazon. Eles começaram com vendas de livros e depois foram expandindo para outras categorias, como é atualmente. E qual a maior diferença entre o marketplace de nicho e o segmentado? Não tem somente uma diferença, mas algumas. No marketplace segmentado, a chance de encontrar mais clientes pode ser uma vantagem deste tipo de venda, no entanto, por nicho é possível ter clientes mais qualificados. De antemão, demos exemplos de várias plataformas que atuam com nicho específico. Quando estamos procurando um produto em particular o marketplace de nicho é a melhor escolha para compra, como no caso de querer um carro ou das esperadas férias. O crescimento deste modelo de negócio foi de 52% entre 2019 e 2020 segundo a Ebit| Nielsen. O custo é menor para colocar em prática e o lucro é garantido, pois muitos julgam que isso não acontece, já que atuar com nicho passa a impressão de que não é vantajoso, por ser específico. No entanto, a fidelização de clientes e as estratégias de marketing são mais simples de efetivar e ainda tem a vantagem de negociação com os sellers , já que todos vendem o mesmo tipo de produto. Portanto, caso você, empreendedor, esteja pensando por onde começar, pense nos tópicos deste artigo. Nossa intenção é deixar mais claro a sua decisão de investir em um marketplace. Caso esteja com dúvidas, entre em contato conosco: a Wave Lojas Virtuais é especialista em e-commerce. O conteúdo desse post foi baseado na Maratona Marketplace , um evento de três dias que ocorreu em Outubro de 2021. Para saber mais e baixar o E-BOOK EXCLUSIVO SOBRE MARKETPLACES , clique aqui. 
10/01/2022
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